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	<title>MKT PLANET</title>
	<link>http://paivaribeiro.blogsome.com</link>
	<description>Marketing</description>
	<pubDate>Wed, 06 Dec 2006 19:29:58 +0000</pubDate>
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		<title>BLOG DE JOÃO PAIVA</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Dec 2006 23:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[<p>O Jo&atilde;o &#233; meu primo, &hellip;&#233; meu amigo, &hellip;&#233; meu irm&atilde;o.
Houve um tempo em que vivemos todos juntos, l&#225; em casa dos meus pais. Ele e o meu irm&atilde;o, o Vasco, sendo da mesma idade e mais novos do que eu, formavam uma dupla diab&#243;lica cujos objectivos eram impedir o Pedro, o meu primo mais [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><p><br />
O Jo&atilde;o &#233; meu primo, &hellip;&#233; meu amigo, &hellip;&#233; meu irm&atilde;o.<br />
Houve um tempo em que vivemos todos juntos, l&#225; em casa dos meus pais. Ele e o meu irm&atilde;o, o Vasco, sendo da mesma idade e mais novos do que eu, formavam uma dupla diab&#243;lica cujos objectivos eram impedir o Pedro, o meu primo mais novo, de brincar com eles. Outra obsess&atilde;o desta dupla era, com a ajuda de um banco, mesinha de cabeceira, escadote e sei l&#225; mais o qu&ecirc; alcan&ccedil;ar o topo do arm&#225;rio do meu quarto, onde estavam os meus brinquedos&hellip;e estraga-los. Era frequente ca&#237;rem durante o processo, ganhando uns hematomas e umas equimoses, que faziam quest&atilde;o de coleccionar! <br />
O Jo&atilde;o era um &ldquo;Graniz&#233;&rdquo;: pequenito, sempre a palrar, sempre a congeminar e sempre a desenhar&hellip;Banda Desenhada, onde contava as suas est&#243;rias atrav&#233;s de personagens muito originais &ndash; personifica&ccedil;&otilde;es de hortali&ccedil;as e vegetais&hellip;o puto tinha muita piada e uma criatividade fora do normal. <br />
Crescemos&hellip;<br />
O Jo&atilde;o continuou a criar, primeiramente atrav&#233;s do Desenho, depois da Pintura, das Instala&ccedil;&otilde;es&hellip;e agora est&#225; rendido &#225;s possibilidades do universo Multim&#233;dia. Foi para Hong Kong fazer um Mestrado em Multim&#233;dia e criou um Blog, de forma a partilhar connosco as suas experi&ecirc;ncias&hellip;<br />
Para quem tiver curiosidade em conhecer o Jo&atilde;o e o seu trabalho deixo aqui um Link para o Blog.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />
- <a href="http://paivaribeiro.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fhkredpanda.blogspot.com%2F&amp;i=0&amp;c=f011ea2ea11ae24497fec969789c8f7a9aa1458f">http://hkredpanda.blogspot.com</a></p><p><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; cursor: hand; text-align: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6178/4068/320/_MG_8684.jpg" border="0" /></p></p>

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		<title>&#8221; MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE AS VONTADES &#8221;  -  A  &#8221; CONTESTALOGIA &#8220;</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Oct 2006 02:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>CIM</category>
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		<description><![CDATA[<pre><code>Quando falamos de diferentes Sociedades, na aula de CIM, somos confrontados com a necessidade de reconhecer uma s&amp;#233;rie de Normas especificas, de um determinado Pais ou de uma determinada Religi&amp;atilde;o, como partes integrantes de uma Cultura, por forma, a consciencializar essa realidade tal como ela &amp;#233;. A abstrac&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de todos os conceitos e preconceitos naturais [...]
</code></pre>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><p>Quando falamos de diferentes Sociedades, na aula de <span class="caps">CIM</span>, somos confrontados com a necessidade de reconhecer uma s&#233;rie de Normas especificas, de um determinado Pais ou de uma determinada Religi&atilde;o, como partes integrantes de uma Cultura, por forma, a consciencializar essa realidade tal como ela &#233;. A abstrac&ccedil;&atilde;o, de todos os conceitos e preconceitos naturais da nossa Cultura &#233;, portanto, imprescind&#237;vel. </p><p>Entendo que, de facto, &#233; importante n&atilde;o colidir-mos com as outras culturas quando nos relacionamos com as mesmas, seja de f&#233;rias, seja em trabalho ou at&#233; no, simples, exerc&#237;cio opinativo. Devemos respeitar os outros e as suas regras, libertando-nos dos Tabus, j&#225; enraizados pelo processo de sociabiliza&ccedil;&atilde;o e enquadrar todos esses h&#225;bitos, que nos parecem estranhos, no contexto cultural em quest&atilde;o. </p><p>No entanto, para ser honesto, devo referir que h&#225; Regras de Conduta de outras Culturas, que por mais que tente, n&atilde;o consigo entender, muito menos respeitar ou at&#233; enquadrar contextualmente, nomeadamente as que colidem com o direito &agrave; Vida e Liberdade do ser Humano. </p><p>Quando recuamos na nossa Hist&#243;ria verificamos que &#233;ramos uns b&#225;rbaros: A Monarquia, os Sistemas Feudais, as Cruzadas, a &ldquo;Santa&rdquo; Inquisi&ccedil;&atilde;o, as Coloniza&ccedil;&otilde;es do Novo Mundo, o Mapa Cor-de-rosa e a Escravatura foram todas inven&ccedil;&otilde;es, desumanas, dos Europeus. Desde a Revolu&ccedil;&atilde;o Francesa, a nossa Cultura evoluiu muito em rela&ccedil;&atilde;o aos Direitos Humanos. N&atilde;o foi uma evolu&ccedil;&atilde;o pacifica, foi uma luta contestat&#225;ria constante, onde houve derramamento de sangue, mas sem a qual n&atilde;o ser&#237;amos o que somos hoje. Actualmente a nossa Cultura continua a ser contestada e, portanto,&nbsp;continua a evoluir, de forma mais pac&#237;fica, sem necessidade de grandes Revolu&ccedil;&otilde;es e Guerras Civis. </p><p>Na Era Global j&#225; n&atilde;o somos os &#250;nicos a Aculturar outras Sociedades&hellip;Veja-se que os restaurantes Japoneses, Indianos e Chineses no Ocidente est&atilde;o, sempre, cheios de Ocidentais. </p><p>Certamente h&#225;, nas Sociedades menos Democr&#225;ticas,&nbsp;pessoas com vontade de evoluir Culturalmente. Apesar da contesta&ccedil;&atilde;o, nalguns casos, ainda n&atilde;o ser vis&#237;vel, certamente existe. &#201; nesta perspectiva de Evolu&ccedil;&atilde;o Social, inerentemente, Cultural que apoio as minhas esperan&ccedil;as de vivermos, um dia, num Mundo mais justo, em que o respeito pela condi&ccedil;&atilde;o Humana seja, de facto, um h&#225;bito enraizado por todas as culturas. </p><p>Assim, o importante &#233; Contestar. </p><p>Apesar de ser, propositadamente, &ldquo;Reaccion&#225;ria&rdquo; n&atilde;o resisto a transcrever a coluna &ldquo;Cartas Abertas&quot;, assinada por&nbsp;Sua Exc&ordf;. o &nbsp;Comendador Marques de Correia, publicada na Revista &#218;nica do seman&#225;rio Expresso, de 14 de Outubro de 2006: </p><p>&ldquo; O c&acirc;none do contestat&#225;rio &ldquo; </p><p>&ldquo; Meu Caro Magn&#237;fico Reitor </p><p>Acabo de descobrir uma lei da ci&ecirc;ncia, embora das ci&ecirc;ncias humanas, que merece um registo, sen&atilde;o at&#233; uma tese inteira, ou mesmo uma c&#225;tedra. Esta lei baseia-se em premissas observadas e comprovadas cientificamente e pode ser resumida, como quase todas as leis, a uma equa&ccedil;&atilde;o simples que eu descreveria, compactamente, da seguinte forma: </p><p>C = <span class="caps">OC </span>(niq)+A(nisc) </p><p>Onde C significa o contestat&#225;rio; OC est&#225; por objecto da contesta&ccedil;&atilde;o; e A corresponde a argumento. </p><p>Assim, podemos descrever a f&#243;rmula do seguinte modo: Contestat&#225;rio igual a Objecto de Contesta&ccedil;&atilde;o ( n&atilde;o importa qual ) mais Argumento ( n&atilde;o interessa se contradit&#243;rio ). </p><p>&Agrave; primeira vista, isto pode n&atilde;o parecer qualquer avan&ccedil;o cient&#237;fico. Por&#233;m, se analisarmos melhor o problema, chegamos &agrave; conclus&atilde;o de que o contestat&#225;rio n&atilde;o depende daquilo que est&#225; a contestar, mas sim do facto de querer contestar. </p><p>Nos tempos que me dediquei ao trabalho de campo descobri v&#225;rios exemplos pr&#225;ticos e retirei diversas conclus&otilde;es. Certos casos ocorrem imediatamente. Veja-se o seguinte: </p><p>Um contestat&#225;rio, por norma, op&otilde;e-se &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o religiosa de uma dada comunidade. &#201; o caso dos contestat&#225;rios do Sul da Europa em rela&ccedil;&atilde;o ao catolicismo. Por&#233;m, esse mesmo contestat&#225;rio, no geral, defende que se respeite escrupulosamente as tradi&ccedil;&otilde;es religiosas de outras latitudes, porque essa &#233; a forma mais simples de contestar a sociedade em que vive. </p><p>Outro ponto: um contestat&#225;rio &#233;, no geral, contra o casamento. Acha que a institui&ccedil;&atilde;o &#233; burguesa, ultrapassada, sem nenhum significado jur&#237;dico e menos significado emocional. Por&#233;m, o mesmo contestat&#225;rio &#233; um feroz adepto do casamento se este for entre homossexuais. Nesse caso, acha-o um direito inalien&#225;vel. Mais: acha que o termo casamento &#233; a palavra exacta, o registo jur&#237;dico insubstitu&#237;vel e o logos emocional preciso para designar a uni&atilde;o de dois seres. </p><p>O mesmo se passa, grosso modo, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; autoridade. O contestat&#225;rio, no geral, acha a autoridade a raiz dos maiores problemas do mundo. N&atilde;o s&#243; o excesso de autoridade &#233; verberado como qualquer autoridade &#233; criticada. Por&#233;m, qualquer lei que retire um pouco de autoridade a um dado grupo social &#233; igualmente alvo da maior contesta&ccedil;&atilde;o por parte do contestat&#225;rio. </p><p>&#201; por isso que o contestat&#225;rio da minha f&#243;rmula &#233; igual ao objecto da contesta&ccedil;&atilde;o. Ou seja, ele est&#225; onde h&#225; contesta&ccedil;&atilde;o a um determinado assunto, sendo que essa contesta&ccedil;&atilde;o utiliza argumentos que no geral s&atilde;o contradit&#243;rios com outros utilizados pelo contestat&#225;rio. </p><p>Significa isto, em termos gerais, que existe um &laquo;C&acirc;none do Contestat&#225;rio&raquo;, um m&#233;todo que se vai repetindo independentemente do que fazem ou deixam de fazer os contestat&#225;rios. Vista a essa luz, a contesta&ccedil;&atilde;o &#233; inerente, intr&#237;nseca. E a sua hermen&ecirc;utica, a sua interpreta&ccedil;&atilde;o, passa a ser feita &agrave; luz desta f&#243;rmula. E assim vai nascendo a Contestatologia, ou a nova ci&ecirc;ncia que estuda a contesta&ccedil;&atilde;o.&rdquo; </p><p><span class="caps">VIVA A CONTESTA</span>&Ccedil;&Atilde;O! <span class="caps">VIVA O CONTESTAT</span>&#193;RIO! <span class="caps">VIVA A </span>&quot;CONTESTALOGIA&quot; &#8211; <span class="caps">DIGO EU</span></p></p>

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		<title>&#8221; O MARKETING DA NOSTALGIA &#8220;</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Oct 2006 17:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>FMKT</category>
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		<description><![CDATA[<pre><code>Numa &amp;#201;poca em que tudo foi inventado e depois reinventado e a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;#225; a envelhecer, reparo que o meu grupo de amigos &amp;#233; jovem cada vez mais tempo. Durante as nossas conversas informais l&amp;#225; se ouve algu&amp;#233;m referir que ontem &amp;#225; noite o &amp;ldquo;Twins&amp;ldquo;, o &amp;ldquo;Bela Cruz&amp;ldquo; ou o &amp;ldquo;Estado Novo&amp;rdquo; estava&amp;nbsp; &amp;ldquo;muito bom&amp;hellip;cheio [...]
</code></pre>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><p>Numa &#201;poca em que tudo foi inventado e depois reinventado e a popula&ccedil;&atilde;o est&#225; a envelhecer, reparo que o meu grupo de amigos &#233; jovem cada vez mais tempo. Durante as nossas conversas informais l&#225; se ouve algu&#233;m referir que ontem &#225; noite o &ldquo;Twins&ldquo;, o &ldquo;Bela Cruz&ldquo; ou o &ldquo;Estado Novo&rdquo; estava&nbsp; &ldquo;muito bom&hellip;cheio de malta jovem da nossa idade&rdquo; (30 a 40 anos) n&atilde;o havendo paci&ecirc;ncia para aturar aquelas Noites de <em>Fim do</em> <em>M&ecirc;s</em> ou de fim de <em>Per&#237;odo Lectivo</em> em que &ldquo;&#233; s&#243; Putos&rdquo; (18 a 30 anos). Conclui-se que as ditas Noites repletas de &ldquo;Putos&rdquo; s&atilde;o cada vez mais frequentes&hellip;ser&#225; que, agora, h&#225; v&#225;rios <em>Fins do M&ecirc;s </em>ou os <em>Per&#237;odos Lectivos</em> s&#243; t&ecirc;m uma semana ? <br />
Bom, lembro-me que&nbsp;h&#225; 10 anos a conversa era a mesma as idades &#233; que eram diferentes: A malta jovem tinha entre 20 e 30 anos e os Putos tinham entre 15 a 20 ! <br />
Estamos a ficar velhos e n&atilde;o h&#225; quem d&ecirc; conta? Ningu&#233;m assume?&hellip;N&atilde;o, ningu&#233;m est&#225; a ficar velho, a esperan&ccedil;a de vida &#233; cada vez maior e a malta gosta de sair &agrave; noite&nbsp;e no fim ir&nbsp;tomar o pequeno almo&ccedil;o ao amanhecer, vestir Roupa da Moda, acordar tarde e falar sobre a &ldquo;curte&rdquo; da noite anterior: da Musica: &hellip;&rdquo;at&#233; passou <em>Simple Minds&rdquo;</em>; do Ambiente muito In: &quot;...a Gaja l&#225; do Escrit&#243;rio que estava, para l&#225;, de muito boa&quot;,&nbsp; do &quot;Director l&#225; da Empresa que com os copos &#233; um Gajo porreiro!&quot;&hellip;h&#225; dez 10 anos a conversa era a mesma, as personagens &#233; que mudavam&hellip;<br />
N&atilde;o crescemos, n&atilde;o queremos crescer e n&atilde;o se fala mais nisso&hellip;ponto final paragrafo!<br />
Bem me lembro do &#250;ltimo presente de Natal dos meus cunhados: A colec&ccedil;&atilde;o de todos os epis&#243;dios do &ldquo;Ver&atilde;o Azul&ldquo; em <span class="caps">DVD</span>&hellip;Adorei. A venera&ccedil;&atilde;o pela colec&ccedil;&atilde;o de discos de Vinil do Paulo Rog&#233;rio; Os casacos de Ganga, as T-Shirts dos Xutos e os Len&ccedil;os vermelhos que se amarravam no pulso&hellip;tudo devidamente guardado em casa dos meus pais ( l&#225; em casa a Patroa n&atilde;o vai em Nostalgias ).&nbsp; <br />
Na Sexta Feira passada, enquanto almo&ccedil;ava, passei os olhos pela revista do JN do mesmo dia&hellip;e l&#225; estava &ldquo; Batata Cerqueira Gomes, O Marketing da Nostalgia&rdquo;. O Batata, homem da Noite, dos Eventos e agora, outra vez, do &ldquo;TWINS&rdquo; referia ter uma grande colec&ccedil;&atilde;o de fotografias das festas de antigamente e que as espalhou pelas paredes do Templo Noturno, inclusivamente das casas de banho. Ap&#243;s resumo das suas actividades refere: &ldquo; &hellip;a nostalgia &#233; uma coisa que mexe muito com as pessoas e, ao mesmo tempo &#233; marketing &ldquo;.<br />
A Nostalgia &#233; Marketing !?...Bom, o importante &#233; identificar mais um Nicho de Mercado em crescimento: A Malta &ldquo;jovem&rdquo; Nost&#225;lgica, que daqui a 10 anos vai continuar &ldquo;jovem&rdquo; e muito, provavelmente, mais Nost&#225;lgica. <br />
A Nostalgia vende.&nbsp; </p></p>

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		<title>O BLOG</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Oct 2006 17:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>IMP</category>
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		<description><![CDATA[<pre><code>A Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste &amp;nbsp;Blog faz parte da Estrutura Curricular da Disciplina de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e M&amp;#233;todos de Pesquisa do Curso Superior de Gest&amp;atilde;o de Marketing do IPAM. O intuito, segundo o Dr. Jorge Remondes &amp;#8211; Docente da Disciplina,&amp;nbsp; ser&amp;#225; ter um sitio onde se possa colocar todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es a que tenhamos acesso, por forma a [...]
</code></pre>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><p>A Execu&ccedil;&atilde;o deste &nbsp;Blog faz parte da Estrutura Curricular da Disciplina de Investiga&ccedil;&atilde;o e M&#233;todos de Pesquisa do Curso Superior de Gest&atilde;o de Marketing do <span class="caps">IPAM</span>. O intuito, segundo o Dr. Jorge Remondes &#8211; Docente da Disciplina,&nbsp; ser&#225; ter um sitio onde se possa colocar todas as informa&ccedil;&otilde;es a que tenhamos acesso, por forma a que possamos partilha-las com os colegas e nos ajude nos Trabalhos de Investiga&ccedil;&atilde;o que teremos de produzir no &acirc;mbito deste Curso. <br />
Tentarei, tamb&#233;m, publicar textos de opini&atilde;o sobre os diversos temas abordados nas aulas, bem como, algum tema que me suscite especial aten&ccedil;&atilde;o ou curiosidade. Assim, desejo que todos os colegas e poss&#237;veis frequentadores deste Blog tenham paci&ecirc;ncia e fa&ccedil;am o favor de me aturar.</p></p>

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